Caiu que nem ginjas
Esta aulinha de combat… Ui!
Hoje ouvi esta música e não me saiu da cabeça!
I wonder why…I’ve been long, a long way from here
Put on a poncho, played for mosquitos,
And drank til I was thirsty again
We went searching through thrift store jungles
Found Geronimo’s rifle, Marilyn’s shampoo
And Benny Goodman’s corset and pen
Well, o.k. I made this up
I promised you I’d never give up
If it makes you happy
It can’t be that bad
If it makes you happy
Then why the hell are you so sad?
You get down, real low down
You listen to Coltrane, derail your own train
Well who hasn’t been there before?
I come round, around the hard way
Bring you comics in bed, scrape the mold off the bread
And serve you french toast again
Well, o.k. I still get stoned
I’m not the kind of girl you’d take home
We’ve been far, far away from here
Put on a poncho, played for mosquitos
And everywhere in between
Well, o.k. we get along
So what if right now everything’s wrong?

A banda de Chris Martin e companhia limitada está de volta! E que regresso para esta rapaziada de Londres!
Viva La Vida é diferente, sem nunca perder de vista o passado. À primeira audição ficamos com a impressão de estar um álbum de uma banda desconhecida, porque Viva La Vida é, de facto, diferente de tudo o que os Coldplay já fizeram. Um som mais amplo, recurso a instrumentos diferentes…
É tudo tão diferente que acaba por ser igual ao que sempre esperámos desta banda: música, emoção e beleza.
Indispensável.

með suð í eyrum við spilum endalaust. Novo álbums dos islandeses Sigur Rós.
Que voltam a lançar uma obra prima. E desta vez com muitas, muitas surpresas. Desde a primeira música cantada em inglês, à virtual não utilização do hopelandic (linguagem inventada idealizada pela banda) passando por músicas que não apresentam a melancolia a que já estávamos e que os tornaram diferentes de todos. Com með suð í eyrum við spilum endalaust, os Sigur Rós mostram-nos a alegria.
É, sem dúvida, um dos (senão mesmo O) discos da minha vida.
Absolutamente indispensável.

Confortas-me, ajudas-me… É (muito) difícil estar longe de ti. Sinto-me (muitas vezes) sozinho, com outras pessoas.
Continuas a preencher-me, como sempre fizeste.
Esperar. É o que me resta.
E, enquanto isso, vou vendo quem é importante para mim ser feliz como nunca antes vi.
Porque a felicidade está onde menos se espera ou onde sempre esteve.
Vou contigo, até onde fores.
Desconhecia o trabalho do comediante “stand-up” George Carlin (falecido hoje, aos 71 anos).
O YouTube ajudou-me a encontrar este impagável sketch, onde Carlin enumera (em directo, na televisão) as sete palavras que nunca, nunca se podem dizer em directo na televisão. Fiquei fã! Genial!
De salientar que Carlin foi preso depois da primeira apresentação deste bit, por atentado à decência…

E agora queria muito saber o que dizer… Mesmo que fosse cliché.
Porque não saber é difícil…
Mas de qualquer maneira estou aqui. Como sempre.
Porcelain - Moby
Último (meio) dia de praia e descanso.
Está na hora de arrumar a trouxa e partir!