Ask Yourself

Sento-me. O cansaço dos dias acumula-se, pesa na mente. Um peso surdo, um ruído de fundo. O menos dos meus problemas.

Não há resposta à pergunta que nem eu próprio sei qual é. Sinto-me invisível. Atravesso os dias como neblina. Ninguém me vê, ninguém me ouve, ninguém me sente.

Não há respostas. Não há perguntas. Ou há demasiadas perguntas e demasiadas respostas.

É esta a sensação de se ser inútil? Só mais um? Banal? Sei que já não fui (inútil, banal, só mais um). Sei que me sinto assim. E, hoje, ninguém me convence do contrário.

Já passei do ponto em que preciso que “alguém me salve”. Já passei do ponto me que preciso de alguém.

Estou além disso.

Numa indefinição. Numa falta de rumo. De sentido. De alegria. De vontade.

Sinto-me sozinho e às vezes parece que ninguém quer saber (principalmente eu).

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