Getting to Know Me

Getting to Know Me

Pois bem, para a palavra dita nunca tive grande jeito. Quanto à escrita, ao que me dizem, parece que “dou uns toques”.

Dizem: “Ninguém te pode descrever melhor do que tu próprio!” Discordo. Porque nunca me vi a mim mesmo pelos olhos, ouvidos, mente e coração do outro. Porque não sei quem sou, nunca soube ser outra pessoa nem doutra forma, e porque ninguém se conhece tão bem a si próprio que seja capaz de se descrever, em meia dúzia de palavras, sem deixar alguma coisa de fora.

Pois bem, o que me vier, agora, à cabeça sobre mim mesmo é o que vou deixar aqui para me descreve. Porque, dizem, a primeira coisa que te vem à cabeça é a mais verdadeira!

Àgua, sempre fresca, nunca natural.
Pepsi em vez de Coca-Cola. Sprite em vez de Seven-Up.
Burger King, sempre, MacDonald’s só se não puder evitar ou não houver um KFC por perto.
Teimoso como o raio (infelizmente, até quando não tenho razão!), consigo ser (ainda) mais preguiçoso.
Amigos, tenho muito poucos. Cabem nos dedos de uma mão, e ainda sobra espaço. Mas são os melhores amigos que alguém, alguma vez, poderia ter (alguns deles, provavelmente, nem sabem que os considero amigos).
Sou tímido, doentiamente tímido.
Tenho a tendência infeliz de me calar quando devo falar e falar quando devo calar o bico.
Praia, sempre. Piscina, se tiver que ser.
Cozido à Portuguesa, Favas com Chouriço, Feijoada à Transmontana, Jantarinho de Grão, Frango Assado, Caracóis, Sardinha Assada (etc.), sempre. Bacalhau Cozido e Iscas se não puder evitar. Sushi, uma das maiores desilusões da minha vida.
Não morro sem ir (pelo menos) à Islândia, ao Japão, à Austrália e à Nova Zelândia.
Adoro o meu país. Acho, sinceramente, que vivemos num sítio lindo, de Norte a Sul.
Oiço de tudo um pouco, de Metallica a Sigur Rós, de Cante Alentejano a Nightwish, de Fado a Audioslave passando por alguma música clássica até ao António Zambujo… Podia estar aqui a noite toda a escrever sobre o que gosto de ouvir… É mais rápido dizer que detesto Kizombadas, Pimbalhadas e “Teen Pop”.
Dizem que sou inteligente, adoro história e saber como as coisas funcionam… Odeio matemática.
Gosto de pensar por mim. Odeio que me digam o que ser, o que pensar e o que sentir.
Tirem-me espanhóis, alemães e franceses da frente.
Só me mostro, realmente, a quem acho que merece (e foi a vida que me ensinou a ser assim). É muito raro, raríssimo, gostar de alguém “à primeira”. E, normalmente, a intuição sobre as pessoas não me falha – se não gosto de alguém, “ao primeiro encontro”, acabam por ser revelar gente “podre”.
Há algumas coisas, sobre mim, que, além de mim, só os meus melhores amigos sabem.
Atirava-me de cabeça, quando conhecia alguém de quem gostava, até levar 4 ou 5 pontapés. Hoje em dia tenho medo de me atirar de cabeça. Atiro-me de pés!
Estive “preso”, sem querer ver que estava, durante anos. E só saí da “prisão” há menos de um ano.
Faço tudo, por quem gosto. E já houve quem se aproveitasse, e muito, disso. Dito isto, sou (e vou continuar a ser) irremediavelmente ingénuo – vejo o bem em toda a gente, mesmo em quem quer tudo menos o meu bem.

E, dito tudo isto, fica muito mais por dizer. Estou pronto a dar um passo em frente. Se a timidez, a vontade irreprimível de ficar calado quando devo falar e falar quando devo ficar calado, e a própria vida não me prenderem as pernas.

Queres vir comigo?!

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