The Good, The Bad and The Ugly

Forgone conclusion: Talvez esteja na hora de dar passos na direcção correcta e… Deixar de ser uma boa pessoa.
O mundo vive dominado pelos que fazem o que querem e bem lhes apetece. Sem se preocuparem com as consequências dos seus actos para os outros, desde que o respectivo ego fique devidamente “inchado”.
Se há coisa que desde sempre desconfiei, e que confirmo todos os dias, é que o mundo é de quem lhe faz um enorme manguito (e/ou pirete) e vira as atenções, em exclusivo, para o próprio umbigo.
Porque, acto contínuo, o mundo vai cair-lhe aos pés e implorar, de joelhos, que o deixe entrar e fazer parte da sua vida…
Pois bem, sempre me preocupei mais com o bem estar dos outros do que, propriamente, com o meu. E isso só me tem trazido dissabores.
Quiçá, se der ao mundo um gigantesco pontapé no cu, as coisas não me começam a correr melhor?!
Para quê ser “nice guy”, em tudo, se é para ficar sempre para o fim, qual gorducho ou caixa de óculos na escolha das equipas para o jogo da bola no recreio?
Ser “bonzinho” é tão 2013…

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