Alive ‘09 Report
O que dizer de mais um dia de peso em Lisboa, desta vez em pleno Passeio Marítimo de Algés, no Alive ‘09… Que, mesmo depois de quase uma semana de recuperação, continuo rouco!
Começou com os Mastodon, actuação que felizmente apanhei mesmo, mesmo no início…
Oblivion
The Wolf is Loose
Crystal Skull
Blood & Thunder
The Czar
Crack the Skye
Iron Tusk
March of the Fire Ants
Infelizmente só tocaram três faixas do último álbum: Oblivion, The Czar e Crack The Skye, mas tocaram a minha favorita de todo o reportório, e mesmo a abrir… Ainda vinha a entrar e já ouvia os primeiros acordes de Oblivion lá longe… Ainda dei uns passinhos de corrida para a apanhar completa, mas valeu bem a pena. Só foi pena o som estar meio janado e as vozes dos rapazes de Atlanta (por vezes) um bocadinho fora de tom. E, já agora, apesar do pouco tempo de que dispunham para tocar, era porreiro de falassem um pouco mais com quem os vai ver…
Lamb of God não conheço e depois do concerto, após muitos fucks e shits, não faço questão nenhuma…
Machine Head idem aspas…
Já Slipknot foram uma surpresa (quase confirmação):
Sic
Eyeless
Wait and Bleed
Before I Forget
Sulfur
Dead Memories
Disaster Piece
Psychosocial
Duality
People = Shit
Surfacing
Spit it Out
Deram um enorme show em palco, com instrumentos de percussão que levitam, giram, voam e fazem movimentos de fazer qualquer um vomitar (com membros da banda lá pendurados), comunicaram muitíssimo com o público (como é apanágio do Sr. Corey Taylor)… E tocaram as poucas músicas de que gosto, entre as quais Wait and Bleed, Spit it Out e a nova Psychosocial.
Por fim… Os grandes senhores subiram ao palco… Metallica. Vi-os pela quarta vez e todos os concertos trazem qualquer coisa de novo. Desta vez a novidade foi só chegarem com uns 10 minutos de atraso ao palco!
Infelizmente não encontro o alinhamento (sinceramente nunca me consigo lembrar do alinhamento completo), mas mais uma vez apostei e ganhei… Escolhi a Fight Fire With Fire e foi tocada! Tocaram material do novíssimo Death Magnetic e de todos os álbuns, com excepção de Load, ReLoad e St. Anger e normalmente, quando assim é, são concertos brutais. E este não fugiu à regra.